Futebol Distrital de Leiria 3

Espaço dedicado ao futebol distrital de Leiria

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Avelarense vence Marrazes e continua na Taça

Taça Distrital de Júniores: Avelarense 1-Marrazes 0
Os juniores do Avelarense deram finalmente um ar da sua graça e conseguiram um bom resultado, ao apurar-se para os quartos de final da Taça Distrital. O ACA venceu o Marrazes que é neste momento o líder da Divisão de Honra, e deu mostras de que se mantiver a atitude competitiva que demonstrou, vai concerteza somar muitos pontos e sair da posição perigosa em que se encontra no campeonato.Foi um jogo muito agradável de presenciar, com ambas as equipas a tentarem jogar um futebol apoiado. O ACA mostrou cedo que ia lutar muito por um bom resultado, ocupando muito bem os espaços e com todos os jogadores a interpretarem bem a sua missão. Depois de algumas boas jogadas de envolvimento, Zé Nuno abriu o activo no coração da área, rodopiando e rematando enrolado mas colocado.Foi uma grande primeira parte dos da casa que teve ainda mais dois ensejos de fazer funcionar o marcador. Flechas bem colocado cabeceou ao lado e Pedro Moreira proporcionou bela defesa ao guarda-redes contrário. O Marrazes bem tentava, mas encontrava pela frente sempre uma defesa e meio-campo muito pressionantes que obstava a grandes aflições para João Sapateiro.Na segunda parte o domínio continuou a ser pertença do ACA que criou mais algumas oportunidades. João Boavida teve boas chances mas rematou fraco por duas vezes. O Marrazes teve mais posse de bola nesta fase, enquanto o ACA decaiu um pouco de produção na fase final do encontro, em virtude do forte esforço físico que dispendeu. Mas os forasteiros apenas criaram uma única oportunidade clara em todo o jogo. Foi já à beira do fim com um cabeceamento ao segundo poste, mas João Sapateiro defendeu bem.Uma grande vitória que pode moralizar uma equipa que não tem tido muita sorte esta época. Ainda são algumas as ausências, mas a equipa deu uma importante resposta. A confirmar, no próximo sábado, em casa, frente ao Beneditense.

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Avelarense vence Pedroguense

8ª Jornada da Divisão de Honra
Pedroguense, 2 AVELARENSE, 4
ACA: João Sapateiro; João Serra, Flávio, João Pereira e André Dias (Chinês, 24'); Manel, Diogo e João Boavida (cap.); Zé Nuno, Flechas e Normando (Bruno, 33', depois Pedro Moreira, 71').
TR: MARCO MARQUES
Não utilizados: João Dias, Tiago, João Leitão e Sardinha.Golos: André Dias (4'), Normando (16' e 18') e Bruno (60').
Expulsões: Manel e Diogo (31').
A equipa júnior do Avelarense voltou às vitórias no competitivo campeonato distrital da Divisão de Honra, impondo-se em Pedrógão Grande por 4 bolas a 2. Um jogo à partida mais acessível, por defrontarmos a equipa mais frágil da prova.Fazendo jus ao favoritismo entrámos muito pressionantes e logo aos 4 minutos André Dias abriu o activo num remate colocado já no interior da área. Dominávamos o jogo por completo e remetíamos o Pedroguense completamente para o seu meio-campo, criando várias oportunidades de golo. Normando aos 16' e 18' bisou e ampliou para 3-0. Primeiro a encostar uma defesa incompleta do guarda-redes e depois a fazer-lhe um soberbo chapéu.As coisas corriam de feição, mas o pior estaria para vir com o árbitro da partida a resolvir intervir e estragar o jogo. Aos 30 minutos resolveu (só ele saberá porquê) expulsar dois jogadores do ACA de uma assentada, com vermelhos directos. Uma decisão incrível que deixou toda a gente boquiaberta! A pressão da assistência terá estado na origem de tal decisão, com o jovem auxiliar do lado a bancada a revelar-se claramente intimidado com as ameaças. Situação agravada por o jogo se disputar já pela noite dentro!O nosso treinador não calou a sua revolta e foi também expulso. Pouco depois deu-se a lesão grave de Normando (ombro deslocado), tendo de ser transportado para o Hospital dos Covões. Agora aguarda a operação. Já antes também tinha saído André Dias, com forte contusão no pé. Isto tudo aos 30 minutos de jogo!Estes acontecimentos fizeram com que a equipa se unisse ainda mais, e embora recuando um pouco no terreno, fruto da inferioridade numérica, continuaram a ser do ACA as melhores oportunidades. Flávio à beira do intervalo atira à trave na sequência de canto. O Pedroguense conseguiu reduzir através de um livre frontal muito bem marcado. Foram inúmeros contra o ACA, a maioria dos quais "inventados" pelo árbitro do encontro...Na segunda parte a equipa continuou muito coesa, explorando as alas e chegou ao 4-1 por Bruno na conversão de um livre directo. Da mesma forma o Pedroguense reduziria para 4-2. Até final nota para dois lances de golo não validados pela equipa de arbitragem ao Avelarense, com a bola a ultrapassar claramente a linha de golo, mas os árbitros a fazerem vista grossa...Em suma, vitória justíssima de uma equipa que soube sofrer com atitudes inexplicáveis de um trio muito infeliz. Vale pelos três pontos, pois tudo o resto foi negativo para a equipa. O que seria uma goleada à moda antiga, transformou-se numa vitória "magra" e em mais baixas para uma equipa que tem andado arredada da sorte... Melhores dias virão!

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segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Pelariga abandona jogo

Continuam os casos nos jogos das camadas jovens, devido ao facto de não haver árbitro nomeado. Desta vez a polémica foi no A.Unido-Pelariga, com a formação do concelho de Pombal a abandonar o terreno de jogo ao minuto setenta e um, devido ao descontentamento pela arbitragem, bem como, para preservar a integridade física dos seus jogadores. O nosso jornal falou com António Rodrigues, técnico da formação júnior da Pelariga, que nos contou o que se passou e o que motivou o abandono do terreno de jogo. “ nós saímos do terreno de jogo, devido aos erros graves do fiscal de linha do lado do balneário, bem como, por considerar que a integridade física dos meus jogadores poderia estar em causa”, refere. O responsável da Pelariga referiu que “ este jogo não teve árbitro, facto que desde logo condicionou o jogo. Na primeira parte o guarda-redes do Alegre e Unido defendeu a bola fora da área com as mãos e o árbitro, nem o fiscal de linha nada assinalam. Nós tivemos a vencer por 2-0, mas consentimos a reviravolta, embora considere que o primeiro golo do Alegre e Unido, é irregular, dado que, o jogador deles está fora de jogo”. considera António Rodrigues realça que “ nada nos move contra o Alegre e Unido, a nossa indignação foi principalmente com a atitude do fiscal de linha, que anulou-nos um golo limpo e um penaltie nítido, em que o nosso jogador ficou muito mal tratado. Após não ter assinalado penaltie, o árbitro auxiliar fez gestos obscenos para os meus jogadores, com estes a ficarem incrédulos. Posto isto e vendo a situação em que o jogo que se encontrava, decidi abandonar o terreno de jogo”, remata. O técnico, mas também dirigente da Pelariga salientou ainda que “ desde há algumas temporadas, que sempre indicamos possíveis árbitros para AF.Leiria e este ano nos juniores tivemos cinco jogos com árbitro e quatro sem árbitro nomeado. Nos juvenis, tivemos oito jogos sem árbitros e dois com equipa de arbitragem da AF.Leiria.” argumenta. António Rodrigues vai ainda mais longe considerando que “ a AF.Leiria tem que pensar seriamente no futebol juvenil, porque esta situação não deve continuar, porque só tem havido problemas e a última semana foi fértil em casos. Eu sei que vou perder o jogo e é o mais justo, mas na próxima jornada, vamos entrar com mais força ainda, para conseguirmos vencer” Conclui. O técnico do Juniores do Alegre e Unido, Jorge Pinto em declarações ao nosso site discorda de António Rodrigues, salientando que “ nunca esteve em causa a integridade física dos jogadores e em todo jogo houve apenas um lance mais ríspido, o que na minha opinião, não é motivo para a integridade física dos jogadores estar em perigo.” argumenta.Em relação à atitude do árbitro auxiliar, o responsável da formação da Bajouca afirma que “ eu não vi sequer que isso tenha acontecido, mas caso tenha decorrido, apresento as minhas desculpas aos responsáveis e atletas da Pelariga”, realça. Jorge Pinto considera ainda que, não houve motivos para esta tomada de decisão. “ abandonar o terreno de jogo, não é a melhor solução, apenas serve para continuar a alimentar polémica. Eu já tive arbitragens no mínimo desastrosas e não abandonei o campo. Ainda na última jornada, no encontro diante do Ansião, tive um árbitro nitidamente embriagado, por isso comentários para quê “, conclui.

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Caldas vence Marrazes

A equipa dos Marrazes entrou para este jogo na condição de líder e como tal assumiu as despesas do jogo logo de início. Entrou muito bem no jogo desperdiçando duas grandes oportunidades de golo. Nessa altura e até meio da primeira parte só deu Marrazes mas a equipa não conseguia marcar golos. Foi então que o Caldas conseguiu equilibrar o jogo depois de ter acertado nas marcações conseguindo com isso chegar mais perto da baliza dos "corvos". A equipa das Caldas revelou-se uma equipa muito forte no jogo aéreo e nas bolas paradas, sendo num lance bola parada e de cabeça que fez o primeiro golo. Acusou bastante o golo a equipa da casa tornando-se uma equipa baralhada e confusa sendo bastante fácil para o adversário o controlo do jogo. Veio a segunda parte e mais do mesmo do final da primeira e com isso o segundo golo dando a ideia de que o jogo tinha terminado nessa altura, tal a desmotivação que alguns jogadores demonstravam para o exterior. Sem ter feito muito por isso a equipa dos "corvos" chega ao golo numa altura em que jogava com mais um jogador fruto de expulsão de um jogador do Caldas. Esse golo deu novo ânimo à equipa que partiu para um final de jogo muito bom desperdiçando nessa altura outra vez algumas oportunidades flagrantes de golo. Ficou a ideia que se tivesse reagindo aos golos sofridos como reagiu quando marcou o resultado poderia ter sido outro.

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Avelarense e Gaeirense empatam

VII Jornada Divisão de Honra
Avelarense, 1 Gaeirense, 1
Avelarense - João Sapateiro; João Serra, Flávio, Jorge (Chinês) e André Dias; Manel (Bruno), Diogo e João Boavida; Zé Nuno, Flechas (Pedro Moreira) e Normando.
TR: MARCO MARQUES
Não utilizados: Tiago, Sardinha, Pereira e Dani.
A equipa júnior do Avelarense recebeu e empatou com o Gaeirense a uma bola, num resultado algo injusto e que castiga a ineficácia atacante do ACA. Ainda assim alguma felicidade pelo ponto alcançado, já que o golo surgiu em período de descontos.Já com a equipa quase na máxima força, embora ainda com evidente falta de ritmo de alguns elementos, o ACA esperava entrar em 2008 a ganhar para o campeonato, para assim relançar-se na luta pela subida na tabela. Mas pela frente o ACA encontrou um Gaeirense muito aguerrido e a lutar com "tudo" pelo resultado. O jogo tinha um gostinho especial, pois era a primeira vez que as equipas se defrontavam depois da final da I.ª Distrital da última época.Esse desejo de "vingança" desportiva tolheu alguma clarividência do ACA que não entrou muito bem na partida. O Gaeirense fechava-se bem atrás e partia sempre em rápidos contra-ataques. Ainda assim perigo só na baliza forasteira, com Normando a rematar ao lado quando estava isolado (25 min.) e Boavida a estourar à figura (34') em plena grande área. Ao intervalo, 0-0.Na segunda parte o Avelarense entrou melhor mas num livre, uma falha de marcação defensiva proporcionou o golo do Gaeirense e a equipa da casa desnorteou-se um pouco. Em resultado disso poderia ter sofrido o segundo golo num lance de perda de bola em zona proíbida. Valeu o poste...Depois o ACA desinibiu-se e foi com tudo para cima do seu adversário, que usava de todos os meios para parar o ataque avelarense, com alguma violência e faltas sucessivas. Já em superioridade numérica o ACA criou uma mão cheia de oportunidades que desperdiçou incrivelmente. Boavida e Zé Nuno foram os mais azarados. Mas como quem porfia sempre alcança, já em descontos Zé Nuno conseguiu aproveitar uma defesa incompleta do guarda-redes e empatar o jogo.

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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

S.Guilherme 2 - GD Peso 6

Campo de São Guilhereme

GD PESO: Tiago Fernandes, Henrique, Rebelo (Mário,65’), Pina (Tomás, 75’), Oliveira ,Renato, Ferreira, Tiago Santos, Franco, Leão “cap e Cláudio Alves
Treinador: Nuno Coito

Resultado ao Intervalo: 1 – 1
Na 7ª jornada do campeonato distrital de Juniores, a equipa do GD Peso conseguiu a primeira vitória num jogo sem árbitros nomeados. A primeira parte iniciou-se com uma grande pressão do GDP sobre o adversário criando diversas oportunidades de golo com o Franco a rematar à barra, mas a circulação de bola não era a melhor tornando o jogo pouco interessante devido à pouca velocidade do GDP em posse de bola, mas Pina inaugurou o marcador dando justiça ao resultado devido ao domínio territorial, contudo, os visitados tentaram reagir utilizando nas transições defesa-ataque o jogo directo criando alguma perturbação ao sector defensivo devido às medidas do campo serem muito reduzidas, assim, num penalty assinalado pelo fiscal de linha, o São Guilherme empata a partida e os jogadores do GDP ficaram intranquilos e até ao intervalo não existiu nenhum situação de finalização de ambos os lados. No segundo tempo, a equipa do Peso deu mais velocidade na posse de bola no último terço do campo e nos primeiros cinco minutos marcou por duas vezes através de Cristiano Oliveira aparecendo ao 2º poste em ambas as situações, deste modo, com a circulação de bola a toda a largura do campo criou bastantes desequilíbrios na equipa adversária, que não conseguia ultrapassar a linha do meio campo, mas num lance fortuito com uma falha de comunicação entre o Cláudio Alves e o Tiago Fernandes resultou de um auto golo do central do GDP, a equipa não vacilou continuando a criar diversas situações de finalização com o Pina a fazer mais dois golos conseguindo o segundo hat-trick da época, assim nos últimos quinze minutos os jogadores do Peso deixaram de ter intensidade no jogo ficando a partida mais equilibrada na posse de bola, contudo, os jogadores de São Guilherme não criavam qualquer perigo e nos descontos Ferreira finaliza o marcador numa jogada individual coroando uma boa exibição de toda a equipa e, principalmente, na 2ª parte mostraram argumentos da qualidade que podem vir alcançar.

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